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PROJECTO ESPACIAL SECRETO

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

A omnipresente música de lata

Palmira Macias, professora do antigo Conservatório Nacional e que chegou a ser minha colega no de Santarém, proferiu uma frase que nunca mais esqueci:
“O silêncio é de outro quando a palavra é de prata e a música de lata.”
Na altura ri-me com a profundidade do ditado. Ignorava o quanto tal tipo de música se tornaria omnipresente 20 anos mais tarde e mais, como se degradaria ao ponto da pior música do início dos anos 90 ser pelo menos tão boa quanto a música regular que se faz hoje, dentro deste ramo de “música” bem entendido.

Mas começemos pela análise dos estatutos dos metais.
É certo que a lata, ou latão, não é considerada uma liga das mais nobres. É uma mistura de cobre e de zinco. O bronze é também uma liga de cobre, mas pode conter diversos outros elementos. Tem de qualquer modo um estatuto mais nobre, pois surge abaixo do ouro e da prata nas classificações desportivas. A platina ainda está acima do ouro. Assim sendo a lata, ou latão surge bem abaixo no estatuto referido de metais preciosos e ligas metálicas.

Porém como classificar uma música repetitiva, apenas com uma base rítmica muito simples em que a melodia é muito simples ou inexistente e a harmonia praticamente não muda?
Música estúpida seria um bom termo parece-me.  Quem gosta desse tipo de música só pode ter um QI de 2 dígitos, e claro uma muito baixa inteligência musical.

E em meu entender não por culpa exclusiva dessa pessoa, mas de um sistema estupidificante nos seus meios de educação e de informação (desiformação na verdade). Mas esse é outro assunto de resto aqui discutido.

Essa música “estúpida” é uma música normalmente com um andamento não inferior a 90 batidas por segundo, podendo chegar às 120. As estruturas acústicas têm de 3 a 4 segundos, mais que isso é raro. Repetem-se ad infinitum com poucas variações, normalmente com sonbreposições de decorações que não a alteram em absoluto. A "música" pode ter até 1 minuto seguido em que a estrutura se repete SEM variações e sempre com 1 (um) mesmo acorde ou harmonia.

Esta música que poderiamos também apelidar “de merda” é frequentemente – felizmente não exclusivamente - usada em discotecas ginásios e eventos públicos. (Embora por razões de higiene me repugne usar este termo, ainda ssim parece-me o mais apropriado.)
Como se hoje em dia dançar, praticar desporto e reunirmo-nos, excluissem pensar ou a capacidade de ouvir música como um edifício acústico bem construido.

A música dita pimba, com melodias e harmonias mais que estafadas e previsíveis, um ritmo de métrica binária com padrões repetitivos, é também omnipresnte para onde quer que vamos: centros comerciais grandes e pequenos, Metro, cafés, bares, restaurantes, em locais e em eventos públicos. Esta música  pimba, com mais ou menos variações estilísticas ou de letra, está ainda assim bem acima da “música de merda”. Mas para evitar este último termo podemos arranjar uma classificação de gradações na música de lata, por exemplo A, para "fraca"; B para “má”; C para “pior”; e D para “péssima”.

Constatemos também que a sua omnipresença é já neste momento globalizante. De facto canais de TV main sttream e mesmo non stream media têm indicativos de programas que primoram por serem merda de boa qualidade. Ok Ok. . . música de lata de qualidade B/C.
A última vez que ouvi a Bloomberg, tinha mesmo os indicativos qualidade D.

Um canal que lida com dinheiro, não tem dinheiro para pagar a um bom músico para fazer um indicativo de qualidade.
Ou será que as elites neste momento, que vêm a Bloomberg já perderam o gosto artístico que tinham no passado? Ou antes será que estão tão acima de nós que nem sequer vêm qualquer tipo de TV?
E refugiados nos seus Mozart e Bach deixam indiferentes, que a música de lata se espalhe pela ralé?
Questões que espero alguém se debruçe um dia, ou se já alguém o fez que me chegue essa informação.

Para terminar gostaria de relacionar a música de lata com a regra 80-20 de Wilfredo Pareto. Este sociólogo italiano definiu que 80% da riqueza em Itália estava na mão de 20% da população, e que 80% desta apenas detinha 20% daquela.
Esta regra passou a ser usada na economia. Por. ex.: num banco 80% dos rendimentos vem de 20% dos clientes e vice-versa. Estatisticamente vemos esta regra aplicar-se a muitas situações da vida real mais coisa menos coisa.

Assim constatar que apenas 20% da população tem um QI de 3 dígitos enquanto 80% da população tem um QI de 2. . . mais coisa menos coisa deve ser verdade.

Pela minha parte continuo a usar a música como um indicativo de desenvolvimento social. Espero que na melhor das hipóteses e com o aprofundar das ciências que se desenvolvem em torno da música, num futuro não muito distante, esta será um indicador de desenvolvimento social tal como hoje são os dados sócio-económicos dos diversos países.

A música de lata espero seja então reconhecida com um indicador de baixo desenvolvimento. . .
. . . porque senão, estaremos seguramente numa nova Idade Média.

HUMOR HILARIANTE: O PODER DAS CRENÇAS




Há coisas na vida que têm muito poder.
As crenças são uma delas.
Estou em "crer" que este indivíduo acredita nas aldrabices que ele inventa a cada instante.
Tal é o poder da crença que tem apenas uma consequência positiva: o efeito placebo.
Abordaremos oportunamente este assunto com maior profundidade.

terça-feira, 3 de agosto de 2010

CHEMTRAILS : Quem? Porquê?

Já alguma vez viram no céu rastos deixados pelos aviões mas que em vez de serem brancos e desaparecerem em 20 min, têm outros tons e permanecem horas?

São os Chemtrails : rastos químicos, que se opõem aos Contrails : rastos de condensação.




Este fenómeno tem vindo a ser observado desde 1997 nos EUA. Em Portugal vi-os há anos e não liguei até que o meu amigo José Cerqueira me chamou a atenção para o facto.

Quem distribui os aerossois? quais os aviões que os spalham já que no início eram apenas aviões militares? qual a relação de alguns pilotos comerciais com esta gentalha que se arvora em donos do mundo? E mais importante:
Porquê?

Se pretendem controlar o clima a pretexto do "aquecimento global" poderiam tê-lo feito publicamente.

Se não é para controlar o clima para que é?
Para lançar ataques biológicos? controlar a população enfraquecendo-a físicamante e/ou intelectualmente? e deste modo também provocar a sua redução?

Voltaremos aos chemtrails.

domingo, 1 de agosto de 2010

HUMOR: Os verdes são os novos vermelhos

Os verdes são os novos vermelhos.
De facto após a queda do muro de Berlim- 1989- movimentos ambientalistas que até estavam a fazer um bom trabalho no domínio da ecologia, foram tomados de assalto por comunistas provenientes do Leste. Estes mantinham-se fiéis ao seu ódio contra os paises ocidentais e tudo o que representavam. Entre as quais as emissões de CO2, um dos indices principais de desenvolvimento.
Alguns dos fundadores do Green Peace deixaram a organização ao verem que esta se tinha transformado numa organização política.
Entretando Margaret Thatcher- 1ª Ministra britânica- estava a ter problemas com os mineiros de carvão e receava uma crise energética como a do choque petrolífero dos anos 70. Thatcher deste modo preferia o investimento em energia nuclear.

Ouviu falar vagamente de um cientista que dizia que as emissões de CO2 "podiam" aquecer o planeta. Era tudo o que a ministra precisava. Um pretexto para não depender do carvão forte emissor de CO2 e virar-se para o nuclear.

Assim passou a subsidiar estudos que PROVASSEM que o CO2 aquecia o planeta. Foi uma estranha junção comunistas e capitalistas criaram a Igreja do Aquecmento Global Antropogénico.

Já agora convém frisar que a fortuna gasta - $79 biliões só os EUA, o dobro do dinheiro necessário para pôr  homem na Lua-  a provar esta farsa foi com dinheiro dos contribuintes.
Dinheiro que podia ser usado a investigar energias renováveis que não a solar e a eólica que são autêncitcos falhanços.

Os verdes/vermelhos continuam a liderar os partidos verdes e as respectivas organizações.

Mais:
http://www.cafepress.com/+green_is_the_new_red_green_tshirt,423149592

http://joannenova.com.au/2010/03/the-climate-industry-wall-of-money/

sábado, 31 de julho de 2010

Gerald Celente : o vidente

Claro que não de trata de um vidente de bola de cristal. Geral Celente é um americano de origem Italiana, que fundou em 1980 o Trends Research Institute

http://www.trendsresearch.com/index.htm



Previu a crise nas bolsas de 1987, o fim da URSS, a bolha especulativa em 2000 das dot.com, o crash imobiliário nos EUA e que Obama ganharia as eleições se o problema na altura fosse económico.

Neste vídeo- de 2007- Celente explica porque é que a crise de 2008 será pior que a dos anos 30 (nos EUA).
". . . a maior parte das pessoas não tinha empréstimos para aquisição de casa, não tinha cartões de crédito, o governo não estava tão endividado e tinha extras em fundos e comércio."
Prevê também que os preços do ouro subam enormemente.
Será tão mau quanto a existência de distúrbios públicos devidos a comida, gasolina, e revoltas contra a  impostos. . . um autêntico 11 de setembro económico.

Este cenário ainda não se verificou- por enquanto- graças ao dinheiro colocado a circular pelo governo.
Mas prevê que a próxima crise começará ainda em 2010 e será apenas o início. O mais próximo de cair é. . . justamente Portugal segunda afirnou noutras entrevistas. As reservas de ouro salvar-nos-ão?

 Os seus twitters são também muito esclarecedores e podem ser encontrados no topo da sua página do lado direito.

HUMOR: Obama provoca risos ao referir-se à evidência de mudança climática

Bom uma coisa eu estou de acordo com os alarmistas: O clima muda. Na verdade muda desde há 4 600 000 000 de anos (4.6 biliões). Teríamos um problema era se o clima não mudasse.
Mas o que Obama refere é o "Aquecimento Global de Origem Antropogénica". . . mudado para "Mudança Climática "gradualmente, uma vez que na última década não houve aquecimento significativo, houve até algum arrefecimento.
Este ano a vaga de calor - semelhante às do séc. XX de resto- fez com que os alarmistas ficassem todos histéricos. Eu dou-vos mais uma explicação. . .  esta vaga de calor surge por causa de uma nova estação que surge todos os anos chamada VERÂO.