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PROJECTO ESPACIAL SECRETO

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

O que os bancos não querem que você saiba



Um óptimo excerto do filme "Zeitgeist Addendum" em que o sistema financeiro é abordado.
Nele vemos declarações de um dos poucos políticos honestos de sempre. O congressista Ron Paul que abordaremos em breve.

EUA preparados para atacar o Irão / Irã ?

Comunicado Gerald Celente director do Trends Research Intitute


No passado dia 29 de Julho B. Obama esteve no show “The View”. Criticado pelos seus opositores por usar uma plataforma de amigas suas para aumentar a sua queda de popularidade, foi aplaudido pelos seu apoiantes, por ter conseguido atingir uma audiência apolítica afim de melhor conseguir o apoio da sua agenda.

O seu aparecimento em “The View” gerou uma saturação de cobertura nos media. O que não foi falado na imprensa foi que enquanto o sr, Obama arranjou tempo para uma terceira aparição em “The View”, rejeitou pela segunda vez um convite do Presidente do Irão para um debate televisivo àcerca de guerra e paz, vida e morte.


"Estamos prontos para nos sentarmos com o sr Obama face a face e colocar os assuntos globais sobre a mesa, de homem para homem, livremente, e ver quais as melhores soluções” desafiou o Presidente Iraniano.

“Sarah Palin recentemente acusou o Presidente Obama de não ter testículos sobre a imigração. “Porque é que Obama não se senta e debate com o seu oponente de homem para homem? ”pergunta Gerald Celente director do Trends Research Institute. “Terá ele também falta de testículos para isso? Ou existe alguma outra política escondida de relações externas, para que ele não se empenhe?”


A dupla recusa em debater é quase uma repetição exacta na história. Há 4 anos atrás em Agosto de 2006 já tínhamos referido num comunicado “Trends in the News”“Bush Backs Down Twice from ‘Evil Empire’ Challenge.” ( Nota- Bush recusou por 2 vezes falar com Saddam Husseim antes da invasão do Iraque.)

. . .

Sério e seriedade não é a questão. A questão é: Porque é que o Presidente dos EUA não se senta, de homem para homem com o Presidente do Irão? Não pode ser por estar demasiado ocupado. Afinal de contas arranjou tempo para voar até Nova Iorque, sentar-se com um grupo de pessoas superficiais da TV para entreter uma aaudiência com assuntos que nada têm a ver com sas suas vidas e desperdiçam uma hora a ver “The View”.

Gibbs (Seretário de Imprensa da Casa Branca) livrou o Presidente da confrontação mano a mano afirmando que o convite para o debate era um sinal de fraqueza por parte do Irão. . . prova “ as sanções estão a começar a ter impacto”. Isto foi não apenas um assumição não provada, irrelevante, cobarde e irresponsável, foi uma violação dos princípios democráticos e uma diminuição da estatura presidencial.

Sinais de Presságio: É a recusa do debate um prelúdio para a guerra? Antes da invasão do Iraque pelos EUA, Saddam Hussein, numa entrevista de 60 minutos, ofereceu-se para debater com o presidente George W. Bush na TV, negando que ter armas de destruição maciça ou vínculos com Al Qaeda. (Clicar no comunicado referido atrás)

A oferta foi sumariamente recusada pela Casa Branca, e Dan Rather o apresentador de 60 minutos riu-se, e perguntou se o pedido do Sr. Husseim era "uma piada".
Duas semanas depois, os Estados Unidos invadiram o Iraque. Não era uma piada. Não houve debate e também não houve armas de destruição maciça ou os laços com a Al Qaeda. A agenda fora definida há muito tempo.

Nota do Editor: Com certeza, se o presidente pode encontrar tempo para falar num talk-show sobre assuntos triviais, deve ser capaz de se espremer numa discussão inteligente com o líder eleito de outro país soberano. Qual é o grande problema com um debate? O que há para perder? Testículos?

Ou será que a recusa de Obama em debate Ahmedinejad significa que a agenda - como com o Iraque e Bush - já está definida? No domingo passado, o almirante Mike Mullen, presidente do Joint Chiefs of Staff, anunciou que os militares dos E.U.A. têm delineado um plano de ataque contra o Irão.

Nota de tafw: Celente prevê o início de uma 3a guerra mundial como resultado do colapso financeiro, e a fim de controlar e subjugar a população. O alvo será provavelmente o Irão.


The view é um popular talk show americano liderado principalmente por mulheres.

youtube “The view” excerto

original:

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

A omnipresente música de lata

Palmira Macias, professora do antigo Conservatório Nacional e que chegou a ser minha colega no de Santarém, proferiu uma frase que nunca mais esqueci:
“O silêncio é de outro quando a palavra é de prata e a música de lata.”
Na altura ri-me com a profundidade do ditado. Ignorava o quanto tal tipo de música se tornaria omnipresente 20 anos mais tarde e mais, como se degradaria ao ponto da pior música do início dos anos 90 ser pelo menos tão boa quanto a música regular que se faz hoje, dentro deste ramo de “música” bem entendido.

Mas começemos pela análise dos estatutos dos metais.
É certo que a lata, ou latão, não é considerada uma liga das mais nobres. É uma mistura de cobre e de zinco. O bronze é também uma liga de cobre, mas pode conter diversos outros elementos. Tem de qualquer modo um estatuto mais nobre, pois surge abaixo do ouro e da prata nas classificações desportivas. A platina ainda está acima do ouro. Assim sendo a lata, ou latão surge bem abaixo no estatuto referido de metais preciosos e ligas metálicas.

Porém como classificar uma música repetitiva, apenas com uma base rítmica muito simples em que a melodia é muito simples ou inexistente e a harmonia praticamente não muda?
Música estúpida seria um bom termo parece-me.  Quem gosta desse tipo de música só pode ter um QI de 2 dígitos, e claro uma muito baixa inteligência musical.

E em meu entender não por culpa exclusiva dessa pessoa, mas de um sistema estupidificante nos seus meios de educação e de informação (desiformação na verdade). Mas esse é outro assunto de resto aqui discutido.

Essa música “estúpida” é uma música normalmente com um andamento não inferior a 90 batidas por segundo, podendo chegar às 120. As estruturas acústicas têm de 3 a 4 segundos, mais que isso é raro. Repetem-se ad infinitum com poucas variações, normalmente com sonbreposições de decorações que não a alteram em absoluto. A "música" pode ter até 1 minuto seguido em que a estrutura se repete SEM variações e sempre com 1 (um) mesmo acorde ou harmonia.

Esta música que poderiamos também apelidar “de merda” é frequentemente – felizmente não exclusivamente - usada em discotecas ginásios e eventos públicos. (Embora por razões de higiene me repugne usar este termo, ainda ssim parece-me o mais apropriado.)
Como se hoje em dia dançar, praticar desporto e reunirmo-nos, excluissem pensar ou a capacidade de ouvir música como um edifício acústico bem construido.

A música dita pimba, com melodias e harmonias mais que estafadas e previsíveis, um ritmo de métrica binária com padrões repetitivos, é também omnipresnte para onde quer que vamos: centros comerciais grandes e pequenos, Metro, cafés, bares, restaurantes, em locais e em eventos públicos. Esta música  pimba, com mais ou menos variações estilísticas ou de letra, está ainda assim bem acima da “música de merda”. Mas para evitar este último termo podemos arranjar uma classificação de gradações na música de lata, por exemplo A, para "fraca"; B para “má”; C para “pior”; e D para “péssima”.

Constatemos também que a sua omnipresença é já neste momento globalizante. De facto canais de TV main sttream e mesmo non stream media têm indicativos de programas que primoram por serem merda de boa qualidade. Ok Ok. . . música de lata de qualidade B/C.
A última vez que ouvi a Bloomberg, tinha mesmo os indicativos qualidade D.

Um canal que lida com dinheiro, não tem dinheiro para pagar a um bom músico para fazer um indicativo de qualidade.
Ou será que as elites neste momento, que vêm a Bloomberg já perderam o gosto artístico que tinham no passado? Ou antes será que estão tão acima de nós que nem sequer vêm qualquer tipo de TV?
E refugiados nos seus Mozart e Bach deixam indiferentes, que a música de lata se espalhe pela ralé?
Questões que espero alguém se debruçe um dia, ou se já alguém o fez que me chegue essa informação.

Para terminar gostaria de relacionar a música de lata com a regra 80-20 de Wilfredo Pareto. Este sociólogo italiano definiu que 80% da riqueza em Itália estava na mão de 20% da população, e que 80% desta apenas detinha 20% daquela.
Esta regra passou a ser usada na economia. Por. ex.: num banco 80% dos rendimentos vem de 20% dos clientes e vice-versa. Estatisticamente vemos esta regra aplicar-se a muitas situações da vida real mais coisa menos coisa.

Assim constatar que apenas 20% da população tem um QI de 3 dígitos enquanto 80% da população tem um QI de 2. . . mais coisa menos coisa deve ser verdade.

Pela minha parte continuo a usar a música como um indicativo de desenvolvimento social. Espero que na melhor das hipóteses e com o aprofundar das ciências que se desenvolvem em torno da música, num futuro não muito distante, esta será um indicador de desenvolvimento social tal como hoje são os dados sócio-económicos dos diversos países.

A música de lata espero seja então reconhecida com um indicador de baixo desenvolvimento. . .
. . . porque senão, estaremos seguramente numa nova Idade Média.

HUMOR HILARIANTE: O PODER DAS CRENÇAS




Há coisas na vida que têm muito poder.
As crenças são uma delas.
Estou em "crer" que este indivíduo acredita nas aldrabices que ele inventa a cada instante.
Tal é o poder da crença que tem apenas uma consequência positiva: o efeito placebo.
Abordaremos oportunamente este assunto com maior profundidade.

terça-feira, 3 de agosto de 2010

CHEMTRAILS : Quem? Porquê?

Já alguma vez viram no céu rastos deixados pelos aviões mas que em vez de serem brancos e desaparecerem em 20 min, têm outros tons e permanecem horas?

São os Chemtrails : rastos químicos, que se opõem aos Contrails : rastos de condensação.




Este fenómeno tem vindo a ser observado desde 1997 nos EUA. Em Portugal vi-os há anos e não liguei até que o meu amigo José Cerqueira me chamou a atenção para o facto.

Quem distribui os aerossois? quais os aviões que os spalham já que no início eram apenas aviões militares? qual a relação de alguns pilotos comerciais com esta gentalha que se arvora em donos do mundo? E mais importante:
Porquê?

Se pretendem controlar o clima a pretexto do "aquecimento global" poderiam tê-lo feito publicamente.

Se não é para controlar o clima para que é?
Para lançar ataques biológicos? controlar a população enfraquecendo-a físicamante e/ou intelectualmente? e deste modo também provocar a sua redução?

Voltaremos aos chemtrails.

domingo, 1 de agosto de 2010

HUMOR: Os verdes são os novos vermelhos

Os verdes são os novos vermelhos.
De facto após a queda do muro de Berlim- 1989- movimentos ambientalistas que até estavam a fazer um bom trabalho no domínio da ecologia, foram tomados de assalto por comunistas provenientes do Leste. Estes mantinham-se fiéis ao seu ódio contra os paises ocidentais e tudo o que representavam. Entre as quais as emissões de CO2, um dos indices principais de desenvolvimento.
Alguns dos fundadores do Green Peace deixaram a organização ao verem que esta se tinha transformado numa organização política.
Entretando Margaret Thatcher- 1ª Ministra britânica- estava a ter problemas com os mineiros de carvão e receava uma crise energética como a do choque petrolífero dos anos 70. Thatcher deste modo preferia o investimento em energia nuclear.

Ouviu falar vagamente de um cientista que dizia que as emissões de CO2 "podiam" aquecer o planeta. Era tudo o que a ministra precisava. Um pretexto para não depender do carvão forte emissor de CO2 e virar-se para o nuclear.

Assim passou a subsidiar estudos que PROVASSEM que o CO2 aquecia o planeta. Foi uma estranha junção comunistas e capitalistas criaram a Igreja do Aquecmento Global Antropogénico.

Já agora convém frisar que a fortuna gasta - $79 biliões só os EUA, o dobro do dinheiro necessário para pôr  homem na Lua-  a provar esta farsa foi com dinheiro dos contribuintes.
Dinheiro que podia ser usado a investigar energias renováveis que não a solar e a eólica que são autêncitcos falhanços.

Os verdes/vermelhos continuam a liderar os partidos verdes e as respectivas organizações.

Mais:
http://www.cafepress.com/+green_is_the_new_red_green_tshirt,423149592

http://joannenova.com.au/2010/03/the-climate-industry-wall-of-money/