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segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Variações sobre paradigma esquerda direita

Segundo Alex Jones -- video em baixo-- no passado apenas havia distinção entre Liberdade e Tirania. Mas as elites conseguiram inventar este paradigma a fim de nos separarem.Na verdade invetaram muitos falsos paradigmas/mitos.

Os media, a escola e muitos ditos artistas contribuem para propulsionar estes e inculcá-los na opinião pública.
Assim mantêm o público  na ignorância e assustado -- sobre o que é viver sem governo, sobre que o planeta tem de ser salvo e temos de permitir que os ursos polares vivam.
Convêm também adicionar que os Rotschilds e outros das elites subsidiam grupos de extrema esquerda e direita para criar uma perpétua instabilidade social a qual é aproveitada justamente para sublinhar que
1) Não podemos viver sem ser governados
2) Deve dar-se mais poder ao Estado -- contribuindo com mais impostos
3) Devemos adbicar da nossa liberdade a fim de que o estado nos possa defender melhor
4) Devemos abdicar da nossa livre expressão pelos mesmos motivos

Finalmente o movimento ecologista/verdes criou-nos o mito de que o planeta dave ser salvo. Salvo de nós próprios. Conseguiram convencer.nos que somos escória, escumalha que habita o planeta, a fim de que  abdiquemos de andar de carro, não consumamos electricidade e àgua, paguemos impostos de CO2. e mesmo segundo os grandes investigadores da NOM. . . nos suicidemos um dia para salvar o planeta.
Claro que esta solução final implicará uma escola e uma propaganda num sistema totalitário altamente eficaz. Mas é o que os globalistas querem construir.

Isto enquanto as elites vivem em palácios, deslocam-se nos seus aviões particulares, e vevem na abundância e riqueza na verdade etorquida a todos os cidadãos do planeta que trabalham honestamente

Entretanto o paradigma esquerda direita é perpetuado por media que já não nos trabsmitem notícias, mas sim criam as notícias.
Vejam também neste blog as 10 estratégias de manipulação descritas por Chomsky.


Finalmente se pensarmos um bocadinho verificaremos que o planeta não precisa de ser salvo. Ele já cá estava quando nós surgimos e nós haveremos de nos extinguir e ee ainda cá ficará. Se algum mal lhe provocarmos o planeta vingar-se-á muito rápidamente. Um cataclismo reporá o equilíbrio.


domingo, 16 de janeiro de 2011

Chomsky e as 10 Estratégias de Manipulação Mediática


Avram Noam Chomsky

Chomsky e as 10 Estratégias de Manipulação Mediática
 O linguista americano Noam Chomsky elaborou a lista das "10 estratégias de manipulação" através da comunicação social:



1- A ESTRATÉGIA DA DISTRACÇÃO.

O elemento primordial do controle social é a estratégia da distracção que consiste em desviar a atenção do público dos problemas importantes e das mudanças decididas pelas elites políticas e económicas, mediante a técnica do dilúvio ou inundações de contínuas distracções e de informações insignificantes.

A estratégia da distracção é igualmente indispensável para impedir o povo de interessar-se pelos conhecimentos essenciais, na área das ciências, da economia, da psicologia, da neurobiologia e da cibernética. "Manter a atenção do público distraída, longe dos verdadeiros problemas sociais, cativada por temas sem importância real. Manter o público ocupado, ocupado, ocupado, sem nenhum tempo para pensar; de volta à quinta como os outros animais (citação do texto 'Armas silenciosas para guerras tranquilas')".



2- CRIAR PROBLEMAS, DEPOIS OFERECER SOLUÇÕES.

Este método também é chamado "problema-reacção-solução". Cria-se um problema, uma "situação" prevista para causar certa reacção no público, a fim de que este tenha a percepção que participou nas medidas que se deseja fazer aceitar. Por exemplo: deixar que se desenvolva ou se intensifique a violência urbana, ou organizar atentados sangrentos, a fim de que o público exija novas leis de segurança e políticas em prejuízo da liberdade. Ou ainda: criar uma crise económica para fazer aceitar como um mal necessário o retrocesso dos direitos sociais e o desmantelamento dos serviços públicos.

3- A ESTRATÉGIA DA GRADAÇÃO.

Para fazer com que se aceite uma medida inaceitável, basta aplicá-la gradualmente, a conta-gotas, durante anos consecutivos. É dessa maneira que condições socioeconómicas radicalmente novas (neoliberalismo) foram impostas durante as décadas de 1980 e 1990: Estado mínimo, privatizações, precariedade, flexibilidade, desemprego em massa, salários baixíssimos, tantas mudanças que teriam provocado uma revolução se tivessem sido aplicadas de uma só vez.



4- A ESTRATÉGIA DO DEFERIDO.

Outra maneira de se fazer aceitar uma decisão impopular é a de apresentá-la como sendo "dolorosa e necessária", obtendo a aceitação pública, no momento, para uma aplicação futura. É mais fácil aceitar um sacrifício futuro do que um sacrifício imediato. Primeiro, porque o esforço não é aplicado imediatamente. Segundo, porque o público - a massa - tem sempre a tendência a esperar ingenuamente que "tudo irá melhorar amanhã" e que o sacrifício exigido poderá vir a ser evitado. Isto dá mais tempo ao público para acostumar-se à ideia da mudança e de aceitá-la com resignação quando chegar o momento.

5- DIRIGIR-SE AO PÚBLICO COMO SE DE CRIANÇAS SE TRATASSEM

A maioria da publicidade dirigida ao grande público utiliza discurso, argumentos, personagens e entoação particularmente infantis, muitas vezes próximos da debilidade mental, como se cada espectador fosse uma criança de idade reduzida ou um deficiente mental. Quanto mais se pretende enganar ao espectador, mais se tende a adoptar um tom   infantilizante. Porquê? "Se você se dirigir a uma pessoa como se ela tivesse 12 anos ou menos, então, em razão da sugestionabilidade, ela tenderá, com certa probabilidade, a dar uma resposta ou reacção também desprovida de um sentido crítico como a de uma pessoa de 12 anos ou menos de idade (ver "Armas silenciosas para guerras tranquilas")".



6- UTILIZAR MUITO MAIS O ASPECTO EMOCIONAL DO QUE A REFLEXÃO.

Fazer uso do discurso emocional é uma técnica clássica para causar um curto circuito na análise racional, e pôr fim ao sentido critico dos indivíduos. Além do mais, a utilização do registo emocional permite abrir a porta de acesso ao inconsciente para incutir ideias, desejos, medos e temores, compulsões, ou induzir comportamentos...

7- MANTER O PÚBLICO NA IGNORÂNCIA E NA MEDIOCRIDADE.

Fazer com que o público seja incapaz de compreender as tecnologias e os métodos utilizados para o seu controle e escravidão. "A qualidade da educação dada às classes sociais inferiores deve ser a mais pobre e medíocre possível, de forma que a distância da ignorância que paira entre as classes inferiores e as classes sociais superiores seja e permaneça impossível de eliminar (ver 'Armas silenciosas para guerras tranquilas')".



8- ESTIMULAR O PÚBLICO A SER COMPLACENTE NA MEDIOCRIDADE.

Promover no público a ideia de que é moda o facto de se ser estúpido, vulgar e inculto...



9- REFORÇAR A REVOLTA PELA AUTOCULPABILIDADE.

Fazer o indivíduo acreditar que é somente ele o culpado pela sua própria desgraça, por causa da insuficiência da sua inteligência, de suas capacidades, ou do seu esforço. Assim, ao invés de revoltar-se contra o sistema económico, o indivíduo autocritica-se e culpabiliza-se, o que gera um estado depressivo, do qual um dos seus efeitosmais comuns, é a inibição da acção. E, sem acção, não há revolução!

10- CONHECER MELHOR OS INDIVÍDUOS DO QUE ELES MESMOS SE CONHECEM.

No decorrer dos últimos 50 anos, os avanços acelerados da ciência têm gerado um crescente afastamento entre os conhecimentos do público e os possuídos e utilizados pelas elites dominantes. Graças à biologia, à neurobiologia e à psicologia aplicada, o "sistema" tem desfrutado de um conhecimento avançado do ser humano, tanto física como psicologicamente. O sistema tem conseguido conhecer melhor o indivíduo comum do que ele mesmo conhece a si mesmo. Isto significa que, na maioria dos casos, o sistema exerce um controle maior e um grande poder sobre os indivíduos do que os indivíduos sobre si próprios.